Gerenciamento técnico e independente da sua obra residencial, comercial ou institucional em Campinas. Representamos o interesse do cliente perante construtora, empreiteira e fornecedores — com relatórios físico-financeiros, cronograma atualizado e compatibilização contínua em canteiro.
Gerenciamento de obras não é empreitar, não é fiscalizar só do ponto de vista técnico. É conduzir a execução do projeto com responsabilidade técnica, representando os interesses do cliente e coordenando todos os agentes que atuam no canteiro.
O gerenciador de obra é a ponte entre o projeto desenhado e a obra construída — e, muitas vezes, a diferença entre uma obra que termina no prazo e custo previstos e outra que patina em retrabalho, atraso e improviso.
Uma obra de médio porte envolve, em regra, dezenas de fornecedores, milhares de decisões técnicas e centenas de horas de coordenação. Quem não é do ramo da construção não tem como acompanhar esse volume — nem deveria, porque não é o seu ofício. O gerenciamento de obras existe precisamente para ocupar esse espaço: um arquiteto ou engenheiro que trabalha pelo cliente, não pela construtora, dedicado a garantir que o projeto chegue ao canteiro sem ruído e saia da obra conforme o combinado.
Na Olmos, o gerenciamento de obras é um serviço completo e autônomo: pode ser contratado independente de termos feito o projeto original (fazemos a análise crítica prévia do projeto recebido) ou em continuidade natural após o projeto arquitetônico. Atuamos em obras residenciais (reformas completas, casas unifamiliares, apartamentos na planta), comerciais (clínicas, lojas, restaurantes, escritórios) e institucionais (retrofits prediais, expansões).
Nosso papel é o de representante técnico do cliente: controlar prazo com cronograma físico-financeiro, controlar custo com medições quinzenais e aprovação de aditivos, controlar qualidade com inspeção por etapa e conformidade com projeto. Tudo documentado em relatório periódico que o cliente recebe — visão clara de onde está a obra, quanto já foi gasto e o que falta executar.
Um bom gerenciamento de obras atua simultaneamente sobre os três vetores que definem o sucesso da execução. Negligenciar qualquer um deles compromete os outros dois.
Cronograma físico-financeiro elaborado com base em produtividades reais do mercado e atualizado semanalmente. Caminho crítico identificado, pontos de risco antecipados, medidas corretivas propostas com antecedência.
Orçamento detalhado por item e etapa, com curva ABC de materiais e serviços. Medições quinzenais com conferência em campo, análise técnica de cada aditivo, controle rigoroso de reserva de contingência.
Inspeção sistemática da execução em cada etapa, conferência de especificações, verificação de ensaios de materiais quando exigível. Não-conformidades são registradas em relatório fotográfico e formalmente comunicadas.
Cada tipologia de obra tem lógica própria — demanda, riscos, cadência. Trabalhamos com toda a amplitude do segmento, ajustando intensidade e método ao porte do empreendimento.
Casas unifamiliares em construção ou reforma completa, apartamentos na planta (acompanhamento junto à construtora), reformas de apartamentos usados, coberturas e penthouses. Cuidados específicos com convívio familiar, prazos ajustados à rotina e logística em edifícios habitados.
Obras comerciais têm prazo como variável crítica — quanto mais tempo em obra, mais tempo sem faturar. Gerenciamos com esse foco: cronograma agressivo mas realista, priorização de itens que liberam a operação, acompanhamento intenso em fases críticas.
Reformas de fachada, modernização de áreas comuns em edifícios, retrofit de sistemas prediais (elétrica, incêndio, elevadores), expansões em imóveis institucionais. Interlocução direta com síndico, conselho ou gestor do empreendimento.
Para quem compra, reforma e vende (ou loca) imóveis, o gerenciamento eficiente é diferença direta de margem. Trabalhamos com métricas de rentabilidade: custo por m², prazo até a venda/locação, ROI esperado. Foco em padrão de acabamento que maximiza valor percebido.
"A boa obra não depende apenas do bom projeto. Depende de alguém que, todos os dias, traduza esse projeto em decisões corretas no canteiro."
Fluxo organizado em três grandes fases — cada uma com entregáveis específicos e gates formais de aprovação pelo cliente.
Análise crítica de projeto recebido, orçamento base, seleção e contratação de construtora/empreiteira, cronograma inicial, plano de comunicação com o cliente.
Visitas técnicas periódicas ao canteiro, medições quinzenais, relatório semanal de avanço, compatibilização in loco, análise de aditivos, reuniões de obra.
Checklist de entrega, levantamento de pendências (punch list), aceite formal por ambiente, comissionamento de instalações, documentação final da obra.
Documentação e produtos técnicos que o cliente recebe ao longo de todo o ciclo — não só relatórios, mas instrumentos reais de decisão.
Parecer técnico sobre o projeto recebido — inconsistências, riscos, pontos de atenção.
Planilha orçamentária detalhada por etapa e insumo, com curva ABC.
Mapa comparativo de propostas entre três construtoras ou mais.
Análise técnica do contrato proposto pela construtora, sugestões de ajuste.
Gantt com marcos, dependências e curva de desembolso esperado.
Frequência de visitas, reuniões, relatórios e canais de decisão.
Avanço físico, financeiro, fotos datadas, pendências e próximas etapas.
Validação técnica de cada medição apresentada pela construtora.
Parecer técnico e comercial para cada aditivo proposto em obra.
Formalização de desvios de projeto com prazo para correção.
Testes de funcionamento de cada sistema antes do recebimento final.
Projeto atualizado com o que foi efetivamente executado, documentação final.
Seis compromissos que distinguem nossa atuação da média do mercado de gerenciamento.
Não somos construtora, não executamos obra, não recebemos comissão de fornecedores. Nossa receita é exclusivamente os honorários do cliente — o que significa alinhamento de interesse total.
Atuamos com ART/RRT de gerenciamento sob CAU-BR ativo. Não é assessoria informal: é responsabilidade técnica formal, com obrigações claras perante o cliente e o conselho profissional.
Somos arquitetos — entendemos o projeto, não apenas o canteiro. Isso significa que identificamos desvios do conceito arquitetônico original, não só do caderno de encargos.
Quinze anos em Campinas formaram rede ampla de construtoras, empreiteiras, fornecedores e prestadores de confiança — o que acelera concorrência e reduz risco na contratação.
Não entregamos relatórios cheios de jargão. Traduzimos o que está acontecendo no canteiro em linguagem que permite ao cliente decidir, aprovar e questionar com segurança.
Quando fizemos o projeto, o gerenciamento é a extensão natural do mesmo raciocínio técnico — o que elimina a típica briga projetista × gerenciador que desgasta tantas obras.
Briefing inicial sem compromisso. Analisamos brevemente o escopo, apresentamos condições e prazo para proposta formal em até cinco dias úteis.
São papéis complementares, não concorrentes. A construtora executa a obra — contrata mão de obra, compra materiais, executa o serviço. O gerenciamento representa o cliente — analisa o projeto, faz concorrência entre construtoras, acompanha execução, valida medições, aprova aditivos e garante conformidade.
Em uma analogia: a construtora é quem faz; o gerenciamento é quem garante que o que foi contratado seja entregue. É comum que em obras grandes os dois papéis coexistam formalmente. Em obras menores, o cliente pode dispensar o gerenciamento — mas nesse caso assume o papel de fiscalizar a construtora por conta própria, algo que raramente é viável sem conhecimento técnico.
Depende do escopo que o arquiteto oferece. Projetar e gerenciar são atividades tecnicamente distintas: o projeto se encerra na entrega documental; o gerenciamento começa quando a obra se inicia. Alguns arquitetos oferecem acompanhamento leve (visitas esporádicas para esclarecimento de dúvidas), outros oferecem gerenciamento completo.
Se seu arquiteto não oferece gerenciamento formal, vale contratar separadamente. Se oferece, confirme com ele o escopo exato — quantas visitas, quais relatórios, se faz medição quinzenal, se dá parecer em aditivos. Se o escopo for tímido e a obra for de porte, pode ainda valer contratar gerenciamento complementar.
Os honorários do gerenciamento são tipicamente calculados como percentual do valor total da obra, variando em geral entre 5% e 12% dependendo do porte, complexidade e intensidade do acompanhamento. Obras pequenas e simples tendem ao limite superior da faixa; obras grandes e de longa duração, ao limite inferior.
Em obras pequenas, cobramos também por modelo de mensalidade fixa + visitas programadas. Fazemos proposta específica após entender escopo, prazo e complexidade. A referência normativa é a tabela de honorários CAU-BR, que estabelece parâmetros para cada modalidade.
Varia por fase e intensidade contratada. Em fases críticas (fundação, estrutura, instalações, acabamento final), recomendamos 2 a 3 visitas semanais. Em fases de execução padrão, 1 visita semanal costuma ser suficiente, complementada por comunicação diária com mestre de obras/encarregado. Em fases de baixo risco (contrapiso, forro padrão), pode-se reduzir a 1 visita quinzenal.
Além das visitas programadas, há sempre visitas extraordinárias para eventos específicos: concretagem, instalação de item crítico, resolução de interferência. O cronograma de visitas é proposto caso a caso e formalizado no contrato.
Assumimos Responsabilidade Técnica formal como gerenciadores — com ART (Atividade Técnica de Responsabilidade) e/ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) emitidos. Essa responsabilidade se refere ao escopo do gerenciamento: garantir que o que foi contratado seja efetivamente executado, que medições sejam técnicas e justas, que aditivos sejam analisados com rigor.
Não assumimos a responsabilidade pela execução — essa é da construtora/empreiteira contratada. Nossa responsabilidade é pelo processo de gestão e fiscalização, não pela mão de obra que levanta a parede.
Sim, é exatamente essa a função. Em caso de problema técnico grave (patologia construtiva, não-conformidade com projeto, inadimplência da construtora), acionamos o protocolo previsto: notificação formal à construtora, prazo para correção, análise de eventual rescisão, mobilização de laudo pericial se necessário.
O gerenciamento existe justamente para que o cliente não precise enfrentar sozinho esse tipo de situação. A maior parte dos problemas, porém, se evita com gestão preventiva — é o que o dia a dia do gerenciamento faz.
Sim. É um dos cenários mais comuns. Se você já tem construtora ou empreiteira contratada, assumimos o gerenciamento a partir do estágio em que a obra estiver — com análise crítica prévia do contrato existente, do cronograma entregue, do orçamento e do andamento da obra.
Formalizamos também o canal de comunicação com a construtora contratada, para que passe a reportar oficialmente ao gerenciamento. Isso evita ruído e profissionaliza a relação.
Sim. Atendemos toda a RMC e Vetor Norte de SP: Valinhos, Vinhedo, Jundiaí, Americana, Paulínia, Indaiatuba, Louveira, Itatiba, Bragança Paulista, Atibaia, Itupeva, Hortolândia, Nova Odessa, Holambra e demais municípios. Para obras fora dessa região, avaliamos caso a caso considerando deslocamento e dedicação necessária.
Conte sobre o projeto. Um arquiteto retornará em até 24 horas úteis para agendar conversa técnica inicial.
Retorno em até 24h úteis.
Retornaremos em até 24 horas úteis.