Estrutural, elétrico, hidráulico, PPCI, climatização, gás, dados e mais — todos sob uma única coordenação técnica que compatibiliza cada disciplina com o projeto arquitetônico antes da obra começar. O cliente contrata uma vez e recebe um pacote técnico íntegro.
Coordenar projetos complementares é mais do que contratar engenheiros separadamente. É garantir que cada disciplina dialogue com a arquitetura — e entre si — para que a obra seja executada sem improviso e sem retrabalho.
A obra dói onde a coordenação falhou. Cada conflito não resolvido em projeto vira interferência no canteiro — e cada interferência no canteiro vira atraso, retrabalho e custo extra.
Um projeto arquitetônico bem feito, sozinho, não basta para uma obra bem executada. Ele precisa estar acompanhado de uma família coerente de projetos complementares — estrutural, elétrico, hidráulico, PPCI, climatização, gás, dados, automação, impermeabilização — todos compatibilizados entre si e com a arquitetura. Quando essa coordenação não acontece em projeto, ela acontece no canteiro, e aí o custo é muito maior: furos no concreto já curado, dutos que não passam, eletrodutos que cruzam vigas, prumadas hidráulicas que invadem ambientes.
A Olmos Arquitetura coordena projetos complementares para obras residenciais, comerciais e institucionais em Campinas e região. Trabalhamos com rede consolidada de engenheiros parceiros (estruturais, elétricos, hidráulicos, mecânicos, PPCI) — todos com responsabilidade técnica registrada em CREA — e conduzimos a coordenação como projeto único: cronograma comum, reuniões integradas, compatibilização sistemática, entrega coordenada.
O cliente contrata um único interlocutor técnico — a Olmos — e recebe pacote completo de projetos prontos para obra, com responsabilidade técnica de cada disciplina por seu profissional, mas com coordenação global integrada. Sem ter que montar e gerir a equipe técnica por conta própria.
Coordenamos as principais disciplinas exigidas em obras médias e de grande porte. Para cada projeto definimos, em conjunto com o cliente, o escopo necessário ao porte e à finalidade do empreendimento.
Concreto armado, estrutura metálica, madeira engenheirada ou misto. Cálculo, dimensionamento, detalhamento e ART CREA do engenheiro estrutural.
Diagramas unifilares, quadros, dimensionamento de circuitos, demanda contratada com concessionária, padrão de entrada conforme CPFL ou Elektro.
Água fria, água quente, esgoto, águas pluviais. Reservação, recalque, tratamento, reúso. Dimensionamento conforme NBR 5626, 8160 e correlatas.
Sistema de proteção contra descargas atmosféricas conforme NBR 5419. Análise de risco, captação, descida, aterramento, equipotencialização.
Projeto de Prevenção e Combate a Incêndio conforme IT do Corpo de Bombeiros do Estado de SP. Hidrantes, extintores, sinalização, iluminação de emergência, saídas.
Sistemas de ar-condicionado, ventilação mecânica e exaustão. Dimensionamento de carga térmica, escolha de equipamentos, dutos, drenos e infraestrutura elétrica.
GLP ou gás natural — dimensionamento da rede, reservação, abrigo, ART do projetista habilitado. Aprovação na concessionária quando GN.
Cabeamento estruturado, racks, pontos de rede, telefonia, CFTV, controle de acesso, automação predial e residencial.
Especificação técnica de mantas, sistemas líquidos, drenagem em áreas críticas. Tratamento acústico em ambientes sensíveis (clínicas, estúdios, salas).
"O conflito que não foi resolvido na prancheta vira improviso no canteiro — e improviso no canteiro nunca é gratuito."
O contraste a seguir mostra a diferença concreta entre uma obra com projetos coordenados e uma obra com projetos contratados separadamente, sem coordenação central.
Fluxo organizado em três grandes etapas — definição de escopo, desenvolvimento coordenado e compatibilização final.
A partir do projeto arquitetônico aprovado, definimos quais complementares são necessários, contratamos os profissionais habilitados, alinhamos cronograma e linguagem técnica.
Cada disciplina desenvolve em paralelo, com reuniões periódicas de compatibilização. Decisões críticas são tomadas com todas as disciplinas envolvidas, evitando interferências futuras.
Pacote final com todos os projetos coordenados — em 2D ou modelo BIM, conforme o porte. Compatibilização documentada, lista de interferências resolvidas, ARTs/RRTs de cada profissional.
Documentação organizada e coordenada, pronta para licitar construtora ou iniciar obra com o mínimo de interferências em campo.
Plantas de fôrmas, armação, detalhes, cortes, memorial de cálculo.
Diagrama unifilar, planta de pontos, quadros, lista de circuitos.
Plantas de água, esgoto, pluvial, isométricos, especificações.
Captação, descida, malha de aterramento, equipotencialização.
Hidrantes, extintores, rotas de fuga, iluminação e alarme.
Equipamentos, dutos, drenos, carga térmica e infraestrutura.
Rede, abrigo, equipamentos, isométricos, memorial de cálculo.
Cabeamento, pontos, rack, CFTV, automação.
Memorial descritivo e de cálculo de cada disciplina.
Lista de interferências detectadas e resolvidas.
Responsabilidade técnica de cada projetista junto ao CAU/CREA.
Apresentação técnica integrada para construtora ou cliente.
Seis compromissos que distinguem nossa coordenação da prática de simplesmente terceirizar projetos para profissionais avulsos.
O cliente conversa com a Olmos. Nós conversamos com cada projetista. Cronograma, premissas, decisões e cobranças passam por nós — o cliente não precisa montar e gerir uma equipe técnica.
Quinze anos formaram rede ampla de engenheiros estruturais, elétricos, hidráulicos, mecânicos e de PPCI — todos com CREA ativo, ARTs em dia e cultura de coordenação. Não improvisamos contratação a cada obra.
Não emitimos um relatório de "compatibilização" pro forma. Sentamos com cada disciplina, identificamos interferências em planta e corte, exigimos correção e revisamos até o pacote estar coerente.
Trabalhamos em modelo BIM federado quando o porte justifica, ou em CAD 2D coordenado para obras de menor porte. A escolha é técnica, não dogmática — o que importa é a integridade do pacote.
Levamos os projetos compatibilizados para CPFL/Elektro, Comgás, SANASA, Bombeiros, Vigilância — quem precisa que aprove, aprova de uma vez. Não emitimos pacote para o cliente correr depois.
Quando a obra começa, continuamos disponíveis. Cada projetista responde por sua disciplina; nós seguramos a coordenação se aparecer dúvida ou ajuste necessário em campo.
Apresentamos proposta com escopo definido — quais complementares são necessários, qual cronograma e qual investimento — em até cinco dias úteis após o briefing inicial.
São todos os projetos técnicos que complementam o projeto arquitetônico e tornam a obra executável: estrutural (cálculo da estrutura), elétrico (instalações elétricas e iluminação), hidrossanitário (água, esgoto, pluvial), SPDA (para-raios), PPCI (combate a incêndio), climatização, gás, lógica e dados, automação, impermeabilização, acústica.
O projeto arquitetônico define o que se vê (espaços, formas, acabamentos). Os complementares definem o que faz funcionar — a estrutura que sustenta, as instalações que servem, os sistemas que operam.
Não. Cada complementar é desenvolvido por profissional habilitado em sua especialidade, com responsabilidade técnica formal junto ao CREA (engenheiros para estrutural, elétrico, hidráulico, PPCI, mecânica). A Olmos coordena, integra e compatibiliza, mas a responsabilidade técnica de cada disciplina é de seu projetista titular.
Trabalhamos com rede consolidada de engenheiros parceiros — selecionados ao longo de quinze anos pelo padrão técnico, pontualidade e cultura de coordenação. Para o cliente, isso aparece como serviço único; tecnicamente, são múltiplos profissionais responsáveis.
Depende do porte, uso e complexidade. Como referência geral:
Residência pequena (até 200 m²): estrutural, elétrico, hidráulico, eventualmente SPDA e gás.
Residência grande (acima de 250 m²): os anteriores + climatização, automação, eventualmente lógica e captação pluvial/reúso.
Comercial pequeno (loja, consultório): elétrico revisado, hidráulico, ar-condicionado, PPCI básico (extintores), eventualmente lógica.
Comercial médio/grande (clínica, restaurante, escritório com porte): todos os anteriores + PPCI completo aprovado em Bombeiros, climatização robusta, gás (se cozinha), lógica, automação.
Predial/industrial: escopo completo com todas as disciplinas + projetos específicos (drenagem, terraplanagem, gases medicinais).
Definimos o escopo exato no briefing técnico após entender o porte e a finalidade.
Os honorários se dividem em duas componentes: (1) os honorários de cada projetista, calculados por sua tabela específica (CREA tem tabela referencial); (2) os honorários de coordenação da Olmos, geralmente um percentual sobre o pacote técnico total (em torno de 8% a 18% dependendo do porte e número de disciplinas).
Para o cliente, normalmente fechamos um preço único e consolidado que abarca tudo, sem precisar conversar com cada projetista separadamente. Apresentamos a planilha aberta na proposta para máxima transparência.
Compatibilização é o processo técnico de verificar e resolver interferências entre as várias disciplinas. Exemplo concreto: o projeto elétrico previu eletroduto subindo por uma parede que o projeto estrutural definiu como pilar de concreto — interferência. A compatibilização identifica isso antes da obra e propõe solução (mudar trajetória, prever passagem na concretagem, etc.).
Sem compatibilização, essas interferências aparecem no canteiro — e a "solução" tipicamente envolve quebra de elemento estrutural, remanejamento improvisado de instalação, ou alteração não documentada de projeto. Compatibilizar em projeto é dezenas de vezes mais barato que improvisar em obra.
Sim. Para projetos de porte que justifiquem o investimento, desenvolvemos em BIM (modelagem 3D paramétrica) com modelo federado entre disciplinas — o que torna a compatibilização visual, contínua e mais robusta. Trabalhamos com Revit como ferramenta principal e Navisworks/BIM Collab para coordenação.
Para obras menores onde o BIM não se paga, mantemos coordenação 2D rigorosa em CAD — com sobreposição de pranchas, reuniões de compatibilização e revisões coordenadas. A escolha é caso a caso, baseada em custo-benefício real.
Sim. Cada complementar que exige aprovação externa é tramitado pelo respectivo projetista, sob nossa coordenação: padrão de entrada elétrica em CPFL ou Elektro, projeto de gás em Comgás (quando GN), PPCI em Corpo de Bombeiros do Estado de SP, hidráulica/sanitário em SANASA ou autarquia local quando exigível.
Isso evita o cenário comum em que cada projetista entrega seu pacote ao cliente e cada um tem que correr atrás da própria aprovação. Para o cliente, aparece como serviço único: entregamos o pacote aprovado.
Sim. Coordenamos complementares em toda a RMC e Vetor Norte de SP: Valinhos, Vinhedo, Jundiaí, Americana, Paulínia, Indaiatuba, Louveira, Itatiba, Bragança Paulista, Atibaia, Itupeva, Hortolândia, Nova Odessa, Holambra. Para cada município, ajustamos a rede de profissionais às concessionárias e exigências locais.
Conte sobre o projeto. Apresentamos o escopo de complementares necessário e proposta consolidada em até cinco dias úteis.
Retorno em até 24h úteis.
Retornaremos em até 24 horas úteis.