Avaliamos como o seu empreendimento afeta o trânsito do entorno — vias, interseções e acessos — e propomos as medidas viárias que o órgão de trânsito exige para aprovar.
O Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) analisa como o tráfego gerado por um empreendimento afeta o sistema viário do entorno e o que fazer para absorvê-lo. Na Olmos Arquitetura, medimos o tráfego atual, projetamos as viagens que o empreendimento vai gerar e avaliamos a capacidade das vias, das interseções e dos acessos — propondo as medidas viárias em relatório com ART, no formato exigido pelo órgão de trânsito de Campinas.
Sempre que o empreendimento altera de forma relevante o trânsito e a circulação no entorno.
Do tráfego atual à proposta de melhorias viárias que absorvem o empreendimento.
O RIT parte da contagem do tráfego atual nas vias e interseções do entorno e da projeção das viagens que o empreendimento vai gerar e atrair, nos horários de pico. Com esses dados, avaliamos a capacidade e o nível de serviço das vias e dos cruzamentos, identificando onde o novo fluxo cria saturação, filas e conflitos.
A partir do diagnóstico, propomos as medidas viárias: geometria e posição dos acessos, faixas de aceleração, desaceleração e acumulação, semaforização, retornos, sinalização e melhorias na via. O objetivo é que o empreendimento não degrade a circulação — e, quando possível, a melhore.
O relatório é elaborado no formato exigido pelo órgão de trânsito de Campinas — a EMDEC — e por engenheiro responsável com ART. Ele instrui a aprovação dos acessos e costuma integrar as medidas mitigadoras do EIV, quando o empreendimento também exige o estudo de vizinhança.
A ligação de um empreendimento com o sistema viário depende de aprovação do órgão de trânsito. Um acesso mal posicionado, sem faixa de acumulação ou que cria conflito na via pode ser reprovado — e sem acesso aprovado não há alvará, não há como operar e o investimento fica preso.
O RIT antecipa esse risco: dimensiona o impacto e projeta a solução viária antes de o projeto ir ao órgão. Além de destravar a aprovação, um bom estudo evita que o empreendimento nasça gerando congestionamento na porta — um problema caro de corrigir depois e ruim para o próprio negócio.
Acessos aprovados e um empreendimento que não nasce congestionando o entorno.
Na Olmos Arquitetura, o RIT não para no diagnóstico do congestionamento: entregamos a solução viária — acessos, faixas e sinalização — dimensionada para o órgão de trânsito aprovar e para o empreendimento operar bem desde o primeiro dia.
Quando o empreendimento também exige EIV, integramos os dois estudos, para que as medidas de trânsito conversem com as demais contrapartidas. Do relatório ao projeto dos acessos, acompanhamos a aprovação junto à EMDEC.
Contagem de tráfego real, não estimativa de gabinete.
Propomos os acessos e as melhorias que o órgão aprova.
Alinhamos o RIT às medidas mitigadoras de vizinhança.
Relatório no formato do órgão de trânsito de Campinas.
É o estudo que avalia como o tráfego gerado por um empreendimento afeta o sistema viário do entorno e propõe as medidas — acessos, faixas, semáforos — para absorver esse impacto.
O estudo de polo gerador foca na geração do empreendimento — quantas viagens e vagas ele demanda. O RIT foca no impacto disso no sistema viário e nas melhorias das vias e acessos. São complementares.
A aprovação dos acessos e das medidas viárias passa pelo órgão de trânsito do município (EMDEC). O RIT também pode integrar as medidas mitigadoras exigidas em um EIV.
O relatório dimensiona e propõe o acesso tecnicamente; a aprovação é do órgão de trânsito. Um RIT bem-feito projeta o acesso já no padrão que o órgão aceita.
Pode ser. Empreendimentos de impacto costumam exigir EIV, e o trânsito é um dos itens analisados; o RIT detalha essa parte. Avaliamos e integramos os dois quando é o caso.
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