O desenho de cada pavimento visto de cima — com cotas, áreas e o layout dos ambientes — que serve de base para a aprovação na prefeitura e para todos os demais projetos.
A planta baixa é a representação de cada pavimento cortado na horizontal, a cerca de 1,50 m do piso, mostrando paredes, portas, janelas, as cotas e as áreas de cada ambiente. Na Olmos Arquitetura, ela é elaborada conforme a NBR 6492, no padrão exigido pela prefeitura de Campinas, e é a peça a partir da qual nascem a implantação, a estrutura e todas as instalações.
É o primeiro desenho de qualquer aprovação, reforma ou regularização.
Do levantamento às cotas e áreas — o desenho preciso que os órgãos aprovam.
Partimos do levantamento do imóvel ou do partido arquitetônico e desenhamos cada pavimento com paredes, aberturas, mobiliário fixo e a indicação de pisos e níveis. Cada ambiente recebe suas cotas, a área em metros quadrados e a identificação de uso, seguindo a simbologia da NBR 6492.
A planta é elaborada no padrão de aprovação da prefeitura de Campinas: carimbo, quadro de áreas (área do terreno, construída e computável), escala e legendas que a análise técnica exige. É essa formatação que evita as exigências que atrasam o alvará.
Sendo o desenho-base, a planta baixa é compatibilizada com a implantação, a estrutura e as instalações — para que aquilo que se aprova no papel seja o que se constrói em obra. Entregamos com a respectiva ART/RRT.
A planta baixa é a origem de todos os outros projetos: uma cota errada, uma área mal calculada ou um ambiente fora de norma se propaga para a estrutura, para as instalações e para o cálculo do que é computável — e reaparece como exigência na prefeitura.
É também a planta que define se os ambientes atendem às dimensões mínimas e à ventilação e iluminação exigidas pelo Código de Obras. Bem desenhada, ela aprova de primeira; mal feita, transforma a análise em um vaivém de correções.
A base correta para aprovar, orçar e construir sem retrabalho.
Na Olmos Arquitetura, a planta baixa começa por entender como o espaço será usado — o fluxo, os móveis, a atividade — porque é isso que define um bom partido. Não desenhamos paredes por desenhar: desenhamos o espaço que funciona.
Como fazemos também os demais projetos, a planta já nasce pensando na estrutura e nas instalações que virão depois. Você economiza tempo e evita o desencontro clássico de plantas feitas por profissionais que não se falam.
A planta já nasce pensando na estrutura e nas instalações.
Carimbo, quadro de áreas e escala como Campinas exige.
Ambientes desenhados para a atividade real do cliente.
Representação técnica correta e legível para a análise.
É o pavimento visto de cima, com paredes, portas, janelas, cotas e áreas de cada ambiente, além de pisos e níveis. É o desenho que representa a distribuição dos espaços.
Sim. É a peça central do projeto arquitetônico exigido para o alvará de construção, a reforma e a regularização, acompanhada da implantação, da situação e do quadro de áreas.
Sim. Ela documenta o que existe e o que será alterado (demolir e construir), base para aprovar a reforma e para orientar a obra.
A planta baixa é o desenho técnico com cotas e áreas para aprovação; o layout organiza móveis e equipamentos dentro dela para o funcionamento. Uma embasa o outro.
Sim. É assinada por arquiteto responsável (CAU) com RRT, o que dá validade ao projeto perante a prefeitura.
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