O desenho que posiciona a edificação dentro do lote — com recuos, taxa de ocupação, coeficiente de aproveitamento e acessos — comprovando que a obra respeita a lei de uso e ocupação do solo.
O projeto de implantação mostra a edificação assentada no terreno: os recuos frontal, laterais e de fundos, a projeção da construção, os acessos de pedestres e veículos, as vagas e as cotas de nível. Na Olmos Arquitetura, ele comprova que a obra respeita a taxa de ocupação, o coeficiente de aproveitamento e os afastamentos da Lei de Uso e Ocupação do Solo de Campinas.
Sempre que a obra precisa provar que ocupa o lote conforme a lei.
Recuos, índices urbanísticos e acessos — a obra encaixada na legislação.
Desenhamos a edificação sobre o lote com todos os recuos e afastamentos, a taxa de ocupação (projeção sobre a área do terreno), o coeficiente de aproveitamento (área construída computável) e a taxa de permeabilidade — os índices urbanísticos que a Lei de Uso e Ocupação do Solo de Campinas impõe para a zona onde o imóvel está.
A implantação também define os acessos de veículos e pedestres, o número e a disposição das vagas, o passeio e, em terrenos acidentados, as cotas de nível, os platôs e o movimento de terra. É o desenho que amarra a construção à realidade do terreno e da rua.
Por reunir os índices que a prefeitura confere primeiro, a implantação é compatibilizada com a planta baixa e o quadro de áreas, garantindo que os números batam e o projeto passe na análise. Entregamos com ART/RRT.
Os índices urbanísticos não são detalhe: construir sobre o recuo, estourar a taxa de ocupação ou o coeficiente de aproveitamento leva à reprovação do projeto e, se a obra avançar, ao embargo e à demolição do que excedeu. A implantação é o desenho que previne esse risco.
Cada zona de Campinas tem parâmetros próprios de ocupação. Ler corretamente a legislação e traduzi-la no desenho é o que separa um projeto aprovável de um que volta cheio de exigências — ou que gera uma construção irregular difícil de regularizar depois.
A obra ocupando o lote exatamente como a lei permite.
Na Olmos Arquitetura, estudamos os parâmetros da zona antes de implantar, para aproveitar o potencial construtivo do terreno sem cruzar a linha que gera exigência. Recuo, ocupação e aproveitamento viram aliados do seu projeto, não obstáculos.
Como cuidamos também da planta e das demais disciplinas, a implantação já sai coerente com todo o projeto e com o que a prefeitura vai analisar. Você evita o retrabalho de descobrir, tarde demais, que os números não fecham.
Aplicamos os índices corretos da zona do seu imóvel.
Aproveitamos o máximo construtivo dentro da lei.
Implantação e quadro de áreas sempre coerentes.
Cotas, platôs e acessos ajustados ao terreno.
É o desenho que posiciona a edificação no lote, mostrando recuos, projeção, acessos, vagas e os índices urbanísticos (taxa de ocupação, coeficiente de aproveitamento, permeabilidade).
A situação mostra o lote dentro da quadra; a implantação mostra a edificação dentro do lote, com recuos e índices. Uma amplia o contexto da outra.
São os afastamentos mínimos entre a edificação e as divisas do lote (frente, laterais e fundos), definidos pela Lei de Uso e Ocupação do Solo para cada zona.
Ela depende da zona em que o lote está. Consultamos a legislação de Campinas e calculamos os índices permitidos para o seu imóvel antes de implantar.
Sim. É assinada por responsável técnico (CAU/CREA) com ART/RRT, parte integrante do projeto de aprovação.
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