O diagrama que comprova à Vigilância Sanitária a separação entre os fluxos limpo e sujo, de pessoas e de materiais — impedindo a contaminação cruzada em clínicas, laboratórios e serviços.
O projeto de fluxograma representa graficamente o caminho de pessoas, materiais e resíduos dentro do estabelecimento, provando que os fluxos limpo e sujo não se cruzam. Na Olmos Arquitetura, é elaborado conforme a RDC 50 (serviços de saúde) ou a RDC 216 (alimentos) e é a peça que a Vigilância Sanitária de Campinas analisa para licenciar clínicas, laboratórios e serviços.
Todo serviço em que o cruzamento de fluxos gera risco sanitário.
Do sujo ao limpo, sem retorno — o fluxo desenhado como a norma exige.
O fluxograma parte da planta e mapeia, com setas e cores, o trajeto de cada elemento: a entrada de pacientes e a de insumos, a circulação de profissionais, o percurso do material contaminado até o descarte e, na esterilização, a sequência unidirecional expurgo → preparo → esterilização → estocagem, sem que o sujo volte a cruzar o limpo.
Aplicamos as exigências da RDC 50 para serviços de saúde — que define ambientes, barreiras e fluxos das áreas críticas, semicríticas e não críticas — ou da RDC 216 para serviços de alimentação, onde a separação entre a manipulação de crus e prontos e o fluxo de resíduos é o foco da análise.
O resultado é um diagrama claro que comprova a segurança sanitária do layout, acompanhando o projeto arquitetônico protocolado na VISA. Entregamos com a respectiva ART/RRT.
Para a Vigilância Sanitária, o cruzamento entre o fluxo sujo e o limpo é uma não conformidade grave: significa risco de contaminação cruzada, e sem o fluxograma comprovando a separação, o licenciamento não sai. Não basta ter os ambientes — é preciso demonstrar que eles se conectam na ordem certa.
Um fluxograma bem elaborado antecipa a leitura do fiscal e evita a reprovação que trava a abertura do serviço. Ele traduz o layout em segurança sanitária, mostrando as barreiras, as antecâmaras e os sentidos de circulação que a norma impõe.
A comprovação de segurança sanitária que libera o licenciamento.
Na Olmos Arquitetura, conhecemos as exigências de fluxo da VISA de Campinas e as aplicamos ao seu tipo de serviço — o que uma clínica de estética precisa é diferente do que exige um laboratório ou uma cozinha industrial. O fluxograma sai sob medida para a sua atividade.
Como fazemos também a planta e as demais peças, ajustamos o layout na origem quando o fluxo pede — movendo uma parede, criando uma antecâmara — em vez de forçar um diagrama sobre um layout que não fecha. Você chega à VISA com o projeto coerente.
RDC 50 ou 216 conforme o seu tipo de serviço.
Limpo e sujo separados, do início ao descarte.
Corrigimos a planta quando o fluxo exige.
Peça no padrão que a Vigilância de Campinas aprova.
É o diagrama que mostra o caminho de pessoas, materiais e resíduos no estabelecimento, comprovando que os fluxos limpo e sujo não se cruzam, conforme a RDC 50 ou a RDC 216.
Serviços de saúde que passam pela VISA quase sempre precisam demonstrar a separação de fluxos e a segurança contra contaminação cruzada. É peça comum no licenciamento sanitário.
O sujo é o do material contaminado e dos resíduos; o limpo é o do material esterilizado e dos insumos. A norma exige que eles não se cruzem em nenhum ponto.
Sim. Nesse caso aplicamos a RDC 216, focando na separação entre crus e prontos e no fluxo de resíduos, exigida no licenciamento de serviços de alimentação.
Sim. É assinado por responsável técnico (CAU/CREA) com RRT, acompanhando o projeto arquitetônico protocolado na VISA.
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