Estudamos e projetamos as soluções de acessibilidade do seu empreendimento pela NBR 9050 e pela Lei Brasileira de Inclusão — rotas, rampas e sanitários — para embasar o projeto e a aprovação.
O estudo de acessibilidade é a análise que concebe as soluções de acessibilidade de uma edificação ou espaço, à luz da NBR 9050 e da Lei Brasileira de Inclusão. Diferente do laudo — que atesta o que já existe —, o estudo trabalha na concepção: define rotas acessíveis, rampas, sanitários PCD, sinalização e o memorial de acessibilidade que instrui o projeto e a sua aprovação. Na Olmos Arquitetura, um arquiteto responsável elabora o estudo com RRT.
Na concepção ou na adequação de projetos e espaços de uso público e coletivo.
Da rota acessível ao memorial que instrui o projeto e a aprovação.
O estudo analisa o espaço ou o partido do projeto e concebe a rota acessível completa — da chegada e do estacionamento à circulação interna: dimensiona rampas (inclinação e patamares), larguras de portas e corredores, desníveis, elevadores e plataformas, e define a sinalização tátil e visual, tudo conforme a NBR 9050.
Detalha as soluções projetuais: sanitários acessíveis, vagas PCD, balcões e guichês rebaixados, mobiliário e condições de atendimento, à luz também da Lei Brasileira de Inclusão e do Decreto 5.296. Em uma adequação, o estudo compara o existente com a norma e propõe as intervenções necessárias, com prioridades.
O produto é um memorial de acessibilidade e as diretrizes que embasam o projeto arquitetônico e instruem a sua aprovação na prefeitura. Diferente do laudo, que fotografa o que existe, o estudo desenha o que deve existir — assinado por arquiteto responsável com RRT.
Acessibilidade não é adereço de fim de obra: quando entra só no final, vira puxadinho caro — rampa improvisada, sanitário que não cabe, rota que não fecha. Pensada no estudo, ela se acomoda no projeto com naturalidade, cumpre a norma e custa uma fração do que custaria remendar depois.
A acessibilidade é obrigação legal (Lei 13.146/2015 e NBR 9050) e condição de aprovação para edificações de uso coletivo. O estudo e o memorial são o que demonstram, já na aprovação do projeto, que o empreendimento nasceu acessível — evitando exigências e retrabalho na entrega.
Um projeto acessível na origem, aprovável e inclusivo de verdade.
Na Olmos Arquitetura, tratamos a acessibilidade como parte do partido, não como remendo: estudamos as soluções pensando em quem vai usar a rampa, o sanitário e a rota, e as encaixamos no projeto de forma natural e econômica.
Entregamos o memorial e as diretrizes que instruem a aprovação e, como escritório de arquitetura, levamos o estudo ao projeto executivo e acompanhamos a obra até a acessibilidade sair do papel exatamente como foi concebida.
Concebemos a acessibilidade — não só atestamos o existente.
Da chegada à circulação interna, tudo pela NBR 9050.
Entregamos o documento que instrui o projeto no órgão.
A acessibilidade encaixada no partido, sem puxadinho.
O laudo atesta se um imóvel existente atende à NBR 9050. O estudo concebe as soluções de acessibilidade na fase de projeto ou de adequação e gera o memorial que instrui a aprovação.
Sim. Ele gera o memorial de acessibilidade e as diretrizes que embasam o projeto arquitetônico e instruem a análise na prefeitura, demonstrando o atendimento à norma.
Rotas acessíveis, rampas (inclinação e patamares), sanitários PCD, larguras de portas, sinalização tátil e visual, vagas e condições de atendimento, conforme a NBR 9050 e a LBI.
Sim. Comparamos o existente com a norma e propomos as intervenções necessárias, com prioridades, para tornar o espaço acessível de forma viável.
Um arquiteto responsável (CAU) com RRT, o que dá validade técnica ao memorial e às soluções perante a prefeitura.
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